Vídeo - Quem se importa?

Conforme eu tinha comentado, segue abaixo o vídeo que fizemos para o final da peça “A liberdade que incomoda”.

Imagem de Amostra do You Tube

Abraços!

Entre o Pórtico e o Altar

ALGUÉM ESTÁ CHORANDO?
ALGUÉM ESTÁ CLAMANDO?
ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR

ALGUÉM ESTÁ GEMENDO?
HÁ ALGUÉM INTERCEDENDO?
ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR

ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR
CHOREM SACERDOTES
ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR
MINISTROS DO SENHOR
ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR
COM JEJUM COM CHORO E PRANTO
ENTRE O PÓRTICO E O ALTAR
E OREM AO SENHOR
POUPA O TEU POVO!
TIRA-LHE O OPRÓBRIO!
SOMOS TUA HERANÇA!
TU ÉS O NOSSO DEUS!

ENVIA-NOS O VINHO!
ENVIA-NOS O ÓLEO!

A ÚLTIMA COLHEITA!
FARTA-NOS, SENHOR!

EM TABERNÁCULOS QUEREMOS ENTRAR!
DO TEU DESCANSO, PARTICIPAR!
AFLIGIMOS NOSSA ALMA,
É DIA DE EXPIAÇÃO!
OH SENHOR!
CHORAMOS POR TEU POVO!

TUA NOIVA, TUA IGREJA
QUANDO SERÁ GLORIOSA?
ATÉ QUANDO ESPERAREMOS?
QUANDO TU VIRÁS À NÓS?
RESTAURA-NOS, SENHOR

RESTAURA-NOS, SENHOR
RESTAURA-NOS, SENHOR

Ministério Ruach
Entre o Pórtico e o Altar

A liberdade que incomoda

Acho que nesses últimos dias essa frase tem mexido demais com a minha vida. Esse foi o título da peça que apresentamos no encontro de Carnaval com Cristo aqui na minha cidade. Uma peça que com certeza mexeu demais com a minha vida… quero apenas jogar alguns pensamentos sobre liberdade.
Como temos aproveitado a nossa liberdade? Será que nós como igreja brasileira, temos noção do quanto temos vivido pra nós mesmos?!
Tenho visto tanta inutilidade hoje em dia… a começar pelo meu cristianismo! Não dá mais pra ficar parado em meio a tudo que vemos por aí… a sujeira ta comprometendo demais…
Não sei se tá dando pra entender esse texto, mas vou colocar alguns trechos da narração da peça que apresentamos, isso tem me marcado nesses últimos dias… Antes disso, para ser mais claro, a peça fazia uma comparação da igreja brasileira (atualmente) com a igreja de atos (primitiva) e com a igreja perseguida. As primeiras cenas focavam em pontos importantes descritos no livro de atos, seguidos por cenas intercaladas que mostravam diferentes realidades da nossa igreja com cenas da igreja perseguida.

“A glória da segunda casa será maior do que a primeira! O que temos visto hoje? Igreja falsa ou igreja verdadeira? Aliás, o que é igreja? No contexto bíblico, o termo igreja pode indicar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associado a uma edificação ou a uma doutrina específica. Hoje assistiremos a um teatro diferente. Através de uma viagem no tempo vamos comparar três realidades distintas, mostrando o quanto distorcemos a nossa liberdade conquistada na cruz, adiando o amadurecimento da igreja e o surgimento da igreja gloriosa.”

“Muitas pessoas passaram pela história buscando a revelação da tão esperada Igreja… Jonatas Edwards… John Wesley… Jorge Muller… Moody… William Seymour… Watchman Nee… Madre Teresa… John Walker… Seo Franco… Irmão André… entre outros… Mas se pensarmos hoje, qual a imagem da igreja? Será que os sonhos e objetivos de tantos heróis e mártires foi alcançado? O quanto estamos distantes ou próximos de viver os dias mais importantes de toda história da humanidade?”

“Que dias são esses? É essa a imagem da igreja brasileira? Uma realidade oposta de tantas outras realidades? Melhor ainda, será que essa é a realidade da igreja brasileira? Muitos pontos negativos foram levantados… e os positivos onde estão? Onde estão os heróis dessa geração? Onde estão aqueles que se colocam na brecha? Eu sei que existe um povo diferente, eu sei que existe um clamor sufocado em muitos corações… existem pessoas que não aceitam essa realidade, e que sabem das necessidades da igreja como um todo. São pessoas que não se fecham em seu cristianismo medíocre, mas vão além por meio do Espírito Santo e estão dispostos a abrir mão de tudo pelo mesmo sonho e causa de tantos mártires e heróis usados por Deus. Se você se incomodou com essas cenas e se elas tocaram o seu coração, vai se incomodar ainda mais com a realidade que mostraremos a seguir, uma realidade que é por muitos encoberta.”

Depois vou postar aqui o vídeo que fizemos para o final da peça.

Confissões Ministeriais

Temos sido carnais e insensíveis espiritualmente. Por nos associarmos com muita freqüência e muita intimidade com o mundo, em grande medida acabamos nos acostumando com suas formas de agir. Como resultado, nossas percepções espirituais foram destruídas e nossas consciências calejadas. A tenra sensibilidade do nosso coração desapareceu e foi substituída por um grau de calosidade que antes nos achávamos incapazes de possuir.

Temos sido egoístas. Temos considerado preciosas nossas vidas e nosso conforto. Temos procurado agradar a nós mesmos. Tornamo-nos materialistas e cobiçosos. Não nos temos apresentado a Deus como “sacrifícios vivos”, dispondo de nós mesmos, do nosso tempo, da nossa força, das nossas faculdades e do nosso tudo sobre seu altar… assim como Jesus, que não agradou a si mesmo.

Temos sido indolentes. Não temos procurado ajuntar os fragmentos do nosso tempo, a fim de que nenhum momento fosse desperdiçado inutilmente. Preciosas horas e dias foram gastos sem propósito em conversas e prazeres fúteis, quando poderiam ser usados na oração, no estudo ou na pregação! Indolência, auto-satisfação e indulgência da carne estão corroendo nosso ministério qual tumor canceroso, impedindo a bênção e maculando nosso testemunho.

Temos sido apáticos. Mesmo na nossa diligência, quão pouco calor e brilho! Não derramamos toda nossa alma na nossa atividade, o que deixa tantas vezes a impressão de mera forma e rotina. Não falamos nem agimos como pessoas intensas. Nossas palavras são débeis, mesmo quando verdadeiras e fundamentadas. Nossas expressões são indiferentes, mesmo quando as palavras são carregadas de significado. Falta amor – amor que é forte como a morte; amor como aquele que fez Jeremias chorar em lugares secretos.

Temos sido tímidos. O temor nos tem levado muitas vezes a generalizar verdades, que se fossem declaradas especificamente, com certeza teriam trazido ódio e opróbrio sobre nós. Quantas vezes deixamos de declarar ao nosso povo todo o conselho de Deus. Temos nos retraído de reprovar, repreender e exortar com toda paciência e verdade. Tivemos medo de alienar amigos ou despertar a ira de inimigos.

Temos faltado em sobriedade. Como deveríamos nos sentir profundamente abatidos por causa da nossa leviandade, frivoleza, irreverência, alegria superficial, conversas vãs e brincadeiras, pelas quais sérios prejuízos foram causados a outros, o progresso dos santos retardado e a miserável inutilidade do mundo reforçada.

Temos pregado a nós mesmos e não a Cristo. Temos buscado aplausos, cortejado a honra, sido solícitos com a fama e enciumados por causa da reputação. Por muitas vezes, temos pregado visando atrair a atenção das pessoas para nós mesmos, ao invés de conduzi-las a Jesus e à sua cruz. Cristo não tem sido o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, de todos os nossos sermões.

Não temos estudado e honrado devidamente a Palavra de Deus. Temos dado proeminência maior aos escritos dos homens, às opiniões dos homens e aos sistemas humanos nos nossos estudos e meditações. Temos mantido mais comunhão com o homem do que com Deus. Precisamos estudar mais a Bíblia. Precisamos imergir nossas almas nela. Precisamos não só fazer um depósito dela dentro de nós, mas transfundi-la através de toda a textura do nosso interior. O estudo da verdade mais na forma acadêmica do que na devocional a tem roubado de seu vigor e da sua vida, gerando no seu lugar frieza e formalidade.

Não temos sido pessoas de oração. Temos permitido que negócios, estudos e atividades interfiram com nossas horas a sós com o Senhor. Uma atmosfera febril tem invadido nosso tempo devocional, perturbando a doce calma da bendita solitude. Sono, conversas fúteis, visitas sem propósito, brincadeiras, leituras sem conteúdo e ocupações inúteis preenchem tempo que poderia ser redimido e dedicado à oração. Por que há tanto palavrório e tão pouca oração? Por que tanta agitação e correria e tão pouca oração? Por que tantas reuniões com nossos próximos, e tão poucos encontros com Deus? É a falta destas horas solitárias que tornam nossas vidas impotentes, nosso trabalho improdutivo e nosso ministério débil e infrutífero.

Não temos honrado o Espírito Santo. Não temos procurado sua unção no estudo da Palavra nem na pregação. Temos entristecido-o, desvalorizando seu papel como Mestre, Consolador, Santificador e o único capaz de convencer do pecado ou da verdade. Por isso, por pouco ele tem se afastado de nós, deixando-nos colher o fruto da nossa própria perversidade e incredulidade.

Temos sido incrédulos. É a incredulidade que nos torna tão frios na pregação, tão indispostos para visitar e tão negligentes em todos os nossos deveres sagrados. É a incredulidade que congela nossa vida e endurece nosso coração. É a incredulidade que nos leva a lidar com realidades eternas com tanta irreverência. É a incredulidade que nos permite subir ao púlpito com passos tão leves, quando ali iremos tratar com seres imortais sobre assuntos referentes ao céu e ao inferno.

Autor: Jota Mossad

Fonte: http://blog.mossadstudio.com/?p=96

Juventude

juventude

A juventude não é período de tempo. É um estado de espírito, um resultado da vontade, uma qualidade da imaginação, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto pela aventura sobre o amor ao conforto. Um homem não precisa ficar velho porque viveu um determinado número de anos. Os anos podem enrugar a sua pele, mas o desertar dos ideais enruga a alma. As preocupações, os medo, as dúvidas e o desespero são inimigos que devagar nos fazem prostra em direção à terra e transformam-nos em poeira antes da morte. A sua vontade permanece jovem enquanto você está aberto para o que é belo, bom e grande; receptivo para as mensagens de outros homens e mulheres, da natureza e de Deus. Se um dia você se tornar amargo, pessimista e consumido pelo desespero, Deus tenha piedade da sua alma de velho.

General Douglas MacArthur (1880-1964)

Eterno Brilho - Livres para adorar

Eterno Brilho
Livres para adorar

Imagem de Amostra do You Tube

Um povo que jazia em grandes trevas viu grande luz.
Por causa das ternas misericórdias de Deus
o sol nascente nos visitou.
E aos que viviam nas trevas
e na sombra da morte
resplandeceu-lhes a luz
O mundo perdeu as cores
O pecado perdeu o brilho

O que brilhava, não brilha mais para mim

E até o sol se envergonhou
E as estrelas se ofuscaram
diante do eterno brilho de sua luz

Nele estava a vida
e esta era a luz dos homenns
E o pecado não prevaleceu.

Óh mundo onde está sua glória?
Óh, mundo onde está seu brilho?
Diante do eterno brilho de Jesus
Tua luz brilhou para mim.

O que brilhava, não brilha mais para mim

Em Manutenção

Em breve voltaremos com muitas novidades. Aguarde!

Paz, verdade e amor,
Fernando


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